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FONOAUDIÓLOGA: Consultora Internacional em AMAMENTAÇÃO

Por: Prof. Marcus Renato de Carvalho, IBCLC

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A TRAJETÓRIA de uma FONO como

CONSULTORA INTERNACIONAL em AMAMENTAÇÃO

Cristiane Faccio Gomes

Fonoaudióloga
CRFa 3-7771-2
- Especialista em Motricidade Orofacial - CFFa
- Mestre em Educação – UNESP – Marília
- Doutora em Pediatria – UNESP – Botucatu
- Pós-Doutorado em Saúde Coletiva – UEL – Londrina
- Consultora Internacional em Amamentação – IBLCE

 

                                          Minha trajetória na área materno-infantil, especificamente em aleitamento materno, teve início ainda no curso de graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Filosofia e Ciências da UNESP – campus de Marília, por ocasião da abertura de um estágio hospitalar. Na época havia pouca literatura para embasar a prática fonoaudiológica, então a procura foi realizada por meio da literatura médica, de pediatria, especialmente nos documentos da Organização Mundial da Saúde, UNICEF e Ministério da Saúde.


Inicialmente, a intervenção foi direcionada a bebês de risco em UTI neonatal e, após minha graduação, ao descobrir a área de paixão na Fonoaudiologia, busquei por colocação profissional hospitalar. Logo fui contratada como a primeira fonoaudióloga do Hospital Evangélico de Londrina, instituição a que devo minha mais profunda formação em aleitamento materno, visto ser um Hospital Amigo da Criança, com programas de capacitação teórica e prática de excelência. 
Ao aprofundar-me na anatomo fisiologia da lactação e da sucção, das técnicas e manejo clínico da lactação, percebi que minha formação acadêmica não havia sido suficiente nesse campo. Aliás, na época pouco se falava sobre aleitamento materno na academia, mas sobre o uso de bicos ortodônticos. Com a percepção desta lacuna na formação dos fonoaudiólogos, parti para o mestrado com o objetivo de pesquisar o ensino do aleitamento materno nas faculdades e universidades brasileiras nos cursos de Fonoaudiologia, ao fim do qual propus a inserção do conteúdo na formação dos acadêmicos, visto ser de grande importância para a prática profissional e para a atualização dos conhecimentos.


Ao me deparar com as primeiras publicações em aleitamento na Fonoaudiologia, percebi a falta de concordância em relação ao uso de bicos artificiais, quando ao uso do copo na alimentação complementar e temporária de lactentes, bem como o desconhecimento do apoio prático ao aleitamento materno por meio de manejo clínico e manobras fonoaudiológicas. Resolvi, então, desenvolver no doutorado e pós-doutorado, estudos objetivos com uso de eletromiografia de superfície em alguns músculos faciais durante alimentação por mamadeira, aleitamento e copo. Os estudos revelaram que os músculos responsáveis pela ordenha da mama (basicamente masseteres e temporais) são semelhantemente ativados no aleitamento materno e na alimentação por copo. No uso da mamadeira, no entanto, essa atividade muscular é reduzida (com diferenças estatisticamente significantes) e o músculo mais ativado é o bucinador, músculo que, se muito exercitado, pode acarretar uma série de alterações orais e trazer prejuízos ao crescimento facial, à erupção e alinhamento dos dentes, ao posicionamento do palato duro, entre outros.


Na realidade, o fonoaudiólogo deveria, desde a graduação, contar com o estudo aprofundado desses conteúdos para promover, proteger e apoiar o aleitamento materno, visto ser a forma de alimentação natural, que proporciona estímulos orofaciais ótimos para o crescimento das estruturas e desenvolvimento das funções do Sistema Estomatognático, é um alimento espécie-específico e possui inúmeros estudos comprovando sua superioridade e vantagens a curto, médio e longo prazo.


Ao iniciar minha atividade docente, no Centro Universitário de Maringá (UNICESUMAR), inseri tal conteúdo no curso de graduação, com atividades teóricas e práticas, extensão e pesquisa (iniciação científica). Algumas faculdades e universidades já têm incluído o aleitamento materno, como teoria e prática, em suas grades curriculares, mas há necessidade de que todas percebam a urgência em capacitar os futuros profissionais para atuar em uma área de tão grande necessidade na Saúde Pública do nosso país.
A presença de um fonoaudiólogo no estabelecimento e manutenção do aleitamento materno é de essencial importância para o sucesso deste ato. Os profissionais devem atuar desde o pré-natal, com oferecimento de informações científicas atualizadas e embasadas em estudos com amostras representativas e metodologias bem desenhadas e rígidas do ponto de vista científico.


No parto e pós-parto, o fonoaudiólogo pode favorecer a mamada na primeira hora, fornecer orientações de qualidade importantes à mãe naquele momento, dar auxílio prático na pega e posição para amamentação, esclarecer possíveis dúvidas da mãe e avaliar a mamada.
A avaliação da mamada, por parte do fonoaudiólogo Consultor em Aleitamento Materno, com capacitação teórica e prática, consiste em uma avaliação global que inclui, a partir de técnicas específicas de Aconselhamento em Amamentação (Curso de 40 e 80 horas da OMS), análise de prontuário hospitalar, entrevista com a mãe, aplicação de Protocolo de Avaliação da Mamada da OMS (Organização Mundial da Saúde), análise de pega, posição, técnica, relação mãe-bebê, estruturas intra e extra orais, sinais de aproximação e retraimento, reflexos orais e avaliação de possíveis disfunções motoras orais. Após a avaliação global, o profissional fará propostas de resolução de problemas à mãe, com participação de todos os envolvidos. 


A intervenção nessa área é muito ampla: pode-se utilizar técnicas de manejo clínico da lactação em casos de má pega, posição incorreta e inadequação da técnica da amamentação que podem trazer prejuízos à mãe ou ao bebê (fissuras mamilares, baixa produção láctea, ingurgitamento, mastite, abscesso, choro frequente, reduzido ganho de peso, irritabilidade, confusão de bicos por uso de bicos artificiais, entre outros).
As especificidades da intervenção fonoaudiológica ocorrem nas disfunções motoras orais, que, de acordo com Sanches (2004), podem ser relacionadas à imaturidade neurológica, dor facial, características anatômicas individuais (como a anquiloglossia) ou fatores iatrogênicos (uso de bicos artificiais, por exemplo).


O fonoaudiólogo especialista sabe que a avaliação não deve ser única, isolada e apenas após o parto, especialmente se o bebê nascer de cirurgia cesariana. A sucção, pega, efetividade do aleitamento é aprimorado durante o período de internação, por isso a avaliação deve ser frequente, as orientações sistemáticas e a intervenção, de preferência, a cada mamada e até a alta, se necessário.
Ainda que o lactente apresente algumas características anatômicas individuais como a anquiloglossia, o profissional deve acompanhar a díade mãe-bebê, observar e avaliar a mamada, observar sinais de dor para a mãe amamentar e o surgimento de fissuras mamilares. Com manobras, manejo clínico e exercícios orais, em muitos casos o bebê consegue a pega e sucção adequadas. A mãe não refere dor, não há indícios de fissuras mamilares e o aleitamento é estabelecido sem problemas. Desse modo, o acompanhamento após a alta se faz necessário, para verificar se a função continua a ocorrer sem dificuldades. 
Caso os problemas ou dificuldades persistam, o profissional pode encaminhar o lactente para o pediatra, cirurgião pediatra, dentista ou outro profissional capacitado a realizar frenectomia. O mais importante é promover a função, ou seja, o aleitamento materno com técnica adequada.
Finalmente, após a alta hospitalar o profissional pode e deve acompanhar a dupla mãe-bebê em ambulatório, consultório ou atendimento particular, para garantir que o aleitamento foi estabelecido, esclarecer dúvidas que surgirão no processo, tais como o manejo da apojadura, ordenha manual, ingurgitamento mamário, ganho de peso do bebê, e desaconselhar uso de bicos artificias, etc., com objetivo de evitar a ocorrência de complicações que são comuns no pós-parto e podem levar ao desmame precoce.


Com o estabelecimento e manutenção do aleitamento materno, o profissional deve dar apoio contínuo e acompanhamento até a transição alimentar e desmame completo, com possibilidades de ampliação de sua atuação para aspectos de linguagem, audição, desenvolvimento motor, entre outros.

Para concluir minha trajetória profissional, em 2013 resolvi, depois de muito estudo, prática e realização de cursos na área, tentar a prova do IBLCE – International Board of Lactation Consultant Examiners (www.iblce.org), que é realizada anualmente em vários países do mundo e fornece o título de Consultor Internacional em Amamentação. A cada cinco anos o consultor deve realizar a prova de recertificação, bem como realizar carga horária prática e teórica relacionada ao aleitamento materno. Hoje, somos 65 consultores brasileiros, entre os quais alguns fonoaudiólogos, 27.450 consultores em 101 países. O objetivo do programa de certificação do IBLCE é avaliar o conhecimento e as habilidades cognitivas necessárias para um desempenho efetivo do profissional e é considerado um selo de qualidade no atendimento em aleitamento materno.

 

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Última atualização: 20/1/2015

 

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