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PREMATUTOS: mais chance de desenvolver alguma DESORDEM PSIQUIÁTRICA

Por: Prof. Marcus Renato de Carvalho, IBCLC

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Prematuros têm tendência maior a desenvolver distúrbios psicológicos

 

                                          Eles mal abrem os olhos e já começam a travar uma batalha pela vida. Tão pequeninos que se acomodam na palma da mão, bebês prematuros que nascem com peso muito baixo — menos de 1kg — têm risco de quase 50% de não saírem vivos do hospital. Os que desafiam os prognósticos adversos e se recuperam não estão, contudo, totalmente isentos dos problemas de saúde. Estudos epidemiológicos indicam que, quando adultas, essas crianças são mais propensas a apresentar distúrbios mentais.

No Canadá, pesquisadores da Universidade de McMaster, em Ontário, analisaram o histórico médico de 84 adultos que nasceram nessa faixa de peso e compararam ao de 90 pessoas que, quando recém-nascidas, tinham peso normal. Todos eles nasceram entre 1977 e 1982 e foram, desde então, acompanhados por médicos em consultas de rotina.

Aqueles que pesavam menos de 1kg ao nascer tinham duas vezes e meia mais chances de desenvolver algum problema psiquiátrico, incluindo depressão, ansiedade, déficit de atenção ou hiperatividade. O risco era ainda maior para os que, além do peso extremamente baixo, também eram pequenos demais para sua idade gestacional. E, no caso de pessoas cujas mães usaram esteroides (corticoides) antes de dar à luz, o risco subia para quatro vezes e meia.

Apesar disso, o principal autor do estudo, publicado no jornal Pediatrics, esclarece que nem todo bebê com baixo peso terá distúrbios psiquiátricos.

“O que mostramos é que há um risco aumentado, mas a vasta maioria de indivíduos nascidos com peso muito baixo não terá doença mental”, destaca Ryan Van Lieshout. Ele também afirmou que não se sabe o motivo pelo qual os esteroides foram responsáveis pelo aumento do risco em bebês expostos à droga ainda no útero materno.

Fonte: Correio Braziliense – FEBRASGO

 

O CUIDADO MÃE-CANGURU

pode minimizar esse risco de distúrbios mentais no futuro

 

 

 


Última atualização: 5/5/2015

 

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