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Deu nos "States": BRASIL ama AMAMENTAÇÃO com foto do "Mil Mães" - ENAM de Belém do Pará

Por: Prof. Marcus Renato de Carvalho, IBCLC, UFRJ

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Americana se surpreende com naturalidade

da amamentação em público no Brasil

Por FABIANA FUTEMA do Blog Maternar – Folha de São Paulo

 

      Porque o Brasil ama amamentação. Esse é o título do texto assinado pela jornalista americana Olga Khazan no site da revista ‘The Atlantic’.

Em seu texto, ela mostra surpresa ao se deparar com uma mulher que estava sentada ao seu lado e do nada tirou o peito para fora e deu de mamar ao filho que estava chorando. Ela fez isso em um café de uma movimentada avenida do Rio. Olga destaca: “Sem paninho. Sem vergonha. ”

Olga diz que raramente essa cena poderia ser vista em Washington. E acaba concluindo que o Brasil possui políticas de incentivo à amamentação muito mais agressivas que os Estados Unidos.

E que isso talvez explique por que aqui a amamentação exclusiva dure muito mais tempo do que lá. Aqui, mais da metade das mulheres amamentam seus filhos exclusivamente com leite materno até os 6 meses, contra 16% das americanas.

Em seu texto, a americana diz que o Brasil ainda oferece bancos de leite para as mães que não conseguem amamentar.

Ela lembra que aqui, diferentemente dos EUA, foram publicadas leis proibindo a publicidade de chupetas, mamadeiras e leite artificial _itens que concorrem com o aleitamento materno.

Olga também cita leis de cidades como São Paulo, que estabelecem multas para estabelecimentos que constrangerem a amamentação em público.

Ela diz que os incentivos à amamentação estão ligados à redução da taxa brasileira de mortalidade infantil. E cita informações não confirmadas de que ‘mulheres pobres vendiam seu leite no passado e deixavam os filhos desnutridos’. Ou que o leite em pó era misturado à água contaminada.

Por fim, ela critica uma campanha idealizada pela sociedade gaúcha de pediatria, que mostra uma mãe amamentando com a frase “seu filho é o que você come”. E no lugar do peito há a ilustração de um hambúrguer.

“Há uma linha tênue entre uma gentil mensagem ‘amamentar é o melhor’ e o julgamento das escolhas maternas”, escreve ela.

O post do texto no perfil da ‘Atlantic’ no Facebook recebeu diversas críticas de leitores. A maioria defendeu que amamentar era um ato natural e não havia motivos para vergonha nem paninhos.

 

Muito bom essa reportagem do Atlantic inclusive ilustrada com uma foto do evento já tradicional do ENAM – Encontro Nacional de Aleitamento Materno, o “Mil Mães” de Belém do Pará em 2008.

Há que se complementar que todo esse desempenho admirado ainda está muito aquém do necessário. E essa conquista de “naturalidade” da amamentação é fruto de 4 décadas de árdua luta de ativistas, especialistas, profissionais de saúde para que tenhamos políticas públicas de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno.

Prof. Marcus Renato de Carvalho, IBCLC.

 

Leia o artigo original da Revista “The Atlantic” com links interessantíssimos:

Why Brazil Loves Breastfeeding

The country aggressively promotes nursing—in public and at home.

RIO DE JANEIRO—The other day here, I saw something I rarely encounter back home in Washington. A young woman holding a toddler sat down at the table next to me at a boardwalk cafe. When the little boy got fussy, she tugged down her tank top and fed him in plain view of one of Rio’s largest thoroughfares. No blanket. No shame.

It's not just that Cariocas are far less body-conscious than Americans. Brazil promotes breastfeeding much more aggressively than the U.S. does, and perhaps as a result, breastfeeding is far more common here. More than half of Brazilian mothers exclusively breastfeed their children until they’re six months old, according to the Health Ministry, compared with 16 percent of American moms.

For women who can’t breastfeed, the country offers “milk banks.” Donors pump their milk and store it in glass jars in their freezers, as the AP reported. The jars are picked up by motorcycle messengers and kept in 214 banks around the country, ready for use by mothers who can’t produce enough of their own.

Along with dozens of other countries—but not the U.S.—Brazil bans the advertising or promotion of infant formula. These products are forbidden from having labels that read “ideal for your baby.” In March, the São Paulo municipal government passed an ordinance that would fine businesses or organizations that prevent women from breastfeeding in public.

 

 

 

 


Última atualização: 17/12/2015

 

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