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Pai não é visita! Pelo direito de ser acompanhante

Por: Instituto Papai

 

“Pai não é visita! Pelo direito de ser acompanhante”

[Trailer]

Curta-documentário (16 minutos) produzido a partir de depoimentos de oito pais que contam sua experiência de sucesso ou de fracasso na tentativa de acompanhar sua parceira, no trabalho de parto. O vídeo aborda, com sensibilidade, as barreiras culturais, simbólicas e institucionais ao exercício pleno da paternidade. Este vídeo visa divulgar a Lei do acompanhante que, em 2015, completou 10 anos e que dá direito ao pai, em negociação com a companheira, a assistir ao parto e estar presente no pré-parto e pós-parto...

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SOBRE A LEI DO ACOMPANHANTE

No Brasil, toda mulher tem direito a um acompanhante, de sua livre escolha, durante o pré-parto, parto e pós-parto imediato, seja em maternidade pública ou privada.

Na rede pública, o direito ao acompanhante é garantido desde 2005, quando foi aprovada a Lei 11.108, conhecida como “Lei do Acompanhante”. Na rede privada, este direito para os planos de saúde foi estabelecido pela ANVISA, desde 2008.

O pós-parto imediato pode se estender até 10 dias. Durante todo este período em que a mulher estiver internada, o acompanhante tem direito a uma acomodação adequada e às principais refeições (de acordo com a rotina de cada hospital). A cobrança de qualquer taxa para a entrada e permanência do acompanhante no parto é ilegal.

Para o pai, este pode ser um momento especial de exercício de cuidado, favorecendo o fortalecimento de vínculos afetivos com seu filho ou filha e uma re-significação simbólica e prática da paternidade, afinal “Pai não é visita!”. 

Para construirmos uma sociedade mais justa, do ponto de vista de gênero, é preciso romper com esses padrões culturais machistas e preconceituosos que vivenciamos em nosso dia e muitas vezes orienta práticas restritivas nas instituições de saúde.

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SOBRE A CAMPANHA

A campanha "Pai não é visita! Pelo direito de ser acompanhante!" vem sendo desenvolvido pelo Instituto PAPAI e pelo Gema/UFPE, desde 2006 e se desenvolve ao longo de todo o ano, porém no mês do dia dos pais tem sua maior visibilidade. 

Em linhas gerais, tem por objetivo tornar a lei conhecida pela população em geral e ao mesmo tempo exigir dos Governos Municipal, Estadual e Federal o respeito a este direito das mulheres e ao desejo dos homens de serem acompanhantes.


Última atualização: 8/8/2015

 

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